Sobre o Testar Periférico
Quem responde pelo site, como as ferramentas e os guias são feitos, e como falar com a gente. Atualizado em 5 de setembro de 2026.
O que é o Testar Periférico
O Testar Periférico reúne ferramentas para testar o que você tem em mãos: mouse, teclado, controle e tela. Nada para instalar, nada para cadastrar, nada para pagar.
A ideia nasceu de um incômodo concreto. Quando o mouse começa a dar clique duplo sozinho ou uma tecla para de responder, a primeira dúvida é sempre a mesma: é o aparelho que quebrou ou é o computador? Responder isso deveria levar trinta segundos, e não exigir baixar um programa duvidoso.
Desde setembro de 2026 o site também publica guias: textos que não dependem de nenhuma ferramenta e que respondem ao que vem depois do teste — o que o fabricante é obrigado a trocar, o que a lei brasileira garante, para onde ir quando a loja diz não.
Quem responde pelo site
O Testar Periférico é editado por uma pessoa só, no Brasil, e essa pessoa responde pelo que está publicado aqui. Não é empresa, não tem equipe, não pertence a nenhum fabricante de periférico e não recebe dinheiro de nenhum deles.
Você não vai encontrar um nome nem um rosto nesta página, e isso é uma escolha de privacidade — não um descuido. O que a gente entende é que essa escolha aumenta o que o site precisa oferecer no lugar, e não diminui. Por isso existem três coisas que antes não existiam:
Um endereço de e-mail de verdade. Não só formulário: [email protected]. Correção apontada por leitor é lida, conferida e, quando procede, publicada com crédito.
Uma política editorial escrita. Como a gente apura, o que a gente se recusa a fazer, e o que acontece quando erramos.
Data de atualização em cada guia, com a lista das fontes consultadas e uma seção dizendo o que não conseguimos confirmar. Essa última seção é a que mais importa: um texto que só mostra o que deu certo esconde metade do trabalho.
Como as ferramentas são feitas
Todas usam recursos que o próprio navegador já oferece — os mesmos eventos de mouse, teclado e gamepad que qualquer site recebe. Não há plugin, extensão nem programa auxiliar.
Isso tem duas consequências boas para você:
Nada sai do seu computador. Os cliques, as teclas e os movimentos do analógico são processados dentro da própria página, na sua máquina. Não existe envio para servidor, não existe gravação, não existe banco de dados. E dá para conferir sozinho: depois que a página carrega, desconecte a internet. Tudo continua funcionando. Uma ferramenta que precisasse mandar seus dados para algum lugar quebraria nesse teste.
Nada pode ser identificado. As ferramentas não coletam número de série, nome de dispositivo nem identificador de hardware.
A única exceção lógica é o teste de controle, e vale explicar: o navegador exige que você aperte um botão do controle antes de liberar o acesso. Essa exigência é do navegador, não nossa, e existe justamente para impedir que sites identifiquem seus dispositivos sem que você perceba.
Como os guias são apurados
Os guias seguem três regras, e elas estão detalhadas na política editorial:
Fonte primária ou nada. Política de fabricante sai da página da fabricante. Lei sai do Planalto. Decisão judicial sai do site do tribunal. Número que só existe em blog não entra.
O que não achamos, a gente escreve que não achou. No guia de pixel morto, três fabricantes não publicam critério nenhum e duas publicam de um jeito que não abre. Isso está na tabela, com essas palavras.
Data em tudo. Política de garantia muda. Cada guia diz quando foi conferido pela última vez.
Limites que assumimos
Nenhuma ferramenta de navegador substitui um diagnóstico completo de hardware. O que estes testes fazem é responder à pergunta mais útil — o sinal está chegando? — de forma rápida e verificável.
Quando um teste não consegue medir algo, o texto diz isso em vez de inventar número. Você não vai encontrar aqui "DPI do seu mouse" ou "saúde da bateria em porcentagem" calculados por adivinhação, só porque enche a tela.
E os guias não são consultoria: o de garantia reúne o que a lei diz, com o artigo ao lado, mas quem orienta caso concreto é o Procon ou a Defensoria, que são gratuitos.
Como o site se mantém
Com anúncios exibidos nas páginas. É o que paga o domínio e a hospedagem e mantém tudo gratuito.
Os anúncios ficam fora da área das ferramentas, de propósito. Uma ferramenta de teste com anúncio no meio do caminho é uma ferramenta pior — e um teste de clique cercado de anúncio seria, além de irritante, um convite ao clique acidental.
Não há link pago, não há resenha patrocinada e nenhuma marca citada nos guias pagou para estar lá. Quando uma marca sai bem na comparação, como a Dell sai no guia de pixel morto, é porque a política dela é a mais clara das onze que lemos — e isso está escrito com a fonte do lado, para você conferir.
Erros e sugestões
Se alguma ferramenta se comportou de forma estranha no seu equipamento, isso é informação útil. Se um número de um guia está desatualizado, mais ainda.
Escreva para [email protected] ou pela página de contato. Para relato de ferramenta, informe o navegador, o sistema e o modelo do dispositivo. Para correção de guia, mande o link da fonte — é o que faz a correção sair rápido.